O Amazonas enfrenta uma semana marcada por má qualidade do ar, segundo o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A situação é resultado de queimadas que têm sido monitoradas pelas autoridades e que geram fumaça densa na região.
As cidades mais afetadas incluem Humaitá, Manacapuru e Manaus, todas classificadas com qualidade do ar “péssima”. Outras localidades, como Borba, Careiro Castanho, Codajás e Manaquiri, apresentam índices de qualidade do ar “muito ruim”. Por outro lado, Autazes é a única cidade com qualidade do ar “ruim”, enquanto Barreirinha, Novo Airão e Parintins estão em condições “moderadas”.
Em Manaus, a situação é crítica no bairro da Ponta Negra, que se destaca como o único da capital com qualidade do ar “péssima”. As demais áreas da cidade apresentam índices considerados “moderados”, mas ainda preocupantes.
As queimadas, além de afetarem a qualidade do ar, levantam sérias preocupações em relação à saúde pública. Autoridades e especialistas alertam para os riscos à saúde respiratória da população, especialmente para grupos vulneráveis, como crianças e idosos.
Diante desse cenário, é fundamental que a população e as autoridades se mantenham atentas, promovendo ações de conscientização e medidas preventivas para mitigar os efeitos das queimadas e proteger a saúde dos cidadãos.